sábado, 16 de janeiro de 2010

Prisioneira numa cama fria



Tenho medo de uma cama fria
e de um sofá desocupado.
Não gosto quando as crianças não riem
e quando os adultos não falam.


Tenho medo da espera,
das dúvidas, dos sonhos...
Mas continuo a esperar,
a duvidar e a sonhar!


Preciso do meu perdão
para seguir em frente.
Mas tenho medo de
não me merecer!


Tenho sede da cumplicidade
de sentimentos levitantes
E de borboletas que
não param nunca de voar.


Mas o meu coração ainda
é rocha, é gelo, é grade
E a liberdade só vem depois do perdão
ou da pena cumprida.

Quando me vens libertar?
...
*imagens da web

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